Ministros Extraordinários da Comunhão - Mec's

Matriz Sagrada Família


Ministros Extraordinários da Comunhão - Mec's

Entre outros, podemos citar dois documentos básicos da Santa Igreja referentes aos Ministros Extraordinários da Comunhão (MEC's): A instrução “Fidei Custos” (guarda da fé), publicada pelo Papa Paulo VI, em 30 de abril de 1969, pela qual são constituídos os ministros extraordinários da Comunhão; A instrução “Immensae Caritatis” (da imensa caridade), também do Papa Paulo VI, divulgada em 29 de janeiro de 1973, dispondo sobre vários pontos relacionados com a piedade eucarística e com o Ministério da Sagrada Eucaristia.

Também o novo Código de Direito Canônico diz que “onde a necessidade da Igreja o aconselhar, podem também os leigos, na falta de ministros ordenados, mesmo não sendo leitores ou acólitos, suprir alguns de seus ofícios, a saber, exercer o ministério da palavra, presidir as orações litúrgicas, administrar o batismo e distribuir a sagrada comunhão, de acordo com as prescrições do direito”.

Nós, Ministros Extraordinário da Comunhão, somos os braços do padre; ajudamos a ele levar Jesus Eucarístico a quem tem “fome” do Deus Vivo. Nem sempre a pessoa pode vir até Jesus na Santa Missa, nossa função então, além de auxiliar os sacerdotes, distribuindo a comunhão nas missas; é ir ao encontro dos necessitados estejam eles em: leito de hospital, clínicas de recuperação, asilos, ou enfermos em suas próprias casas. Simplesmente seguimos o que o próprio Jesus nos ensinou: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e Eu nele”. “Assim como o Pai que me enviou vive, e Eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim”.

Na Matriz Sagrada Família, somos em 70 pessoas escolhidas pelo pároco (lembrando que os primeiros ministros extraordinários da comunhão foram Camilo Nicolini e Giacomo Davi em 1969) e enviadas para o Bispo da nossa Diocese de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, que é quem institui o mandato dos ministros extraordinários da Comunhão.

Estes estão sempre em formação litúrgica e espiritual na nossa paróquia; às vezes, na nossa região de São Caetano; e em encontros periódicos diocesanos.

Além da tarefa principal que é levar Jesus, dentro e fora da paróquia, os ministros podem receber a instituição para outros serviços, como:

v Exéquias, cerimônias aos defuntos, nos velórios da cidade;

v Culto e Palavra, celebração feita quando não há sacerdotes disponíveis para a missa;

v Bênção, na ausência do sacerdote, o serviço da bênção, meramente invocativa, aquela que suplica de Deus a bênção, que O invoca apenas, ou seja, que é um desejo de que algo seja abençoado, pode ser dada pelos ministros leigos.

O nome extraordinário, dado ao ministro da Comunhão, pode ter dois significados bem diversos: Em primeiro lugar, o seu caráter temporário, o que curiosa e humanamente falando, dá uma condição de algo passageiro, não duradouro, como a nossa vida; Em segundo lugar, o seu aspecto sagrado que é perto de Cristo, o Deus vivo, e aí sim, isto significa ter vida eterna e é infinitamente extraordinário!


 



Tu és Senhor, o meu Pastor!


Alguns membros dos MEC's


Toda honra e toda glória agora e para sempre, amém!


O corpo de Cristo! Amém

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